quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014


                                          Soneto de saudade
 
Foram-se os meus velhos tempos de uma eterna mocidade
Onde os meus dias de criança já não voltam mais...
A humildade recheou meu pensamento tão sagaz,
Quando outrora os ventos me trouxeram humildade.

Era o meu lar, a minha sorte com sinceridade...
Escrevo com carinho estes versos de uma louca paz,
O silêncio me ampara sobre as letras de um cartaz
Explicando assim: - Ó poeta, tua lira agora é só saudade!

Rimei meu mundo que disparou em rapidez
Glórias nunca vi, cipreste, fôlego talvez...
Mas prefiro o panteon da história que me amparou

Versos foram feitos em minha adolescência,
Cresci com medo e deparei-me com tanta paciência,
Espero com firmeza um dia que não se terminou.
  
José Antonio Basto
19/02/2014




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